Gremistas neonazistas tentam criar torcida organizada

Torcida neonazista gremistaTorcida neonazista gremistaQue na torcida do Grêmio existem neonazistas isso não é mais novidade, a novidade fica por conta de uma tentativa torcida neonazistadessa torcida se tornar organizada, a “Torcida Camisa 88 Gremista” é o nome dado ao movimento, que até camisetas estão pensando em fazer. Com isso o Grêmio se torna o primeiro clube brasileiro a ter uma torcida neonazista. O SS Lázio, um dos maiores clubes da Itália também tem uma torcida organidada nazi-facista.

“Torcida 88” está em formação e usa um site de relacionamentos com o objetivo da torcida crescer em número. O nome da nova torcida é uma alusão a saudação “Heil Hitler”, ou “HH”. No alfabeto a oitava letra é o H, sendo que dois H’s formariam o 88, a saudação nazista.

Mais informações:

Orkut – Torcida Camisa 88 Gremista
Globo Esporte – Polícia identifica neonazismo na torcida
Wikipédia – 14/88 – Expressão nazista

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60% dos Brasileiros não votariam num candidato ateu

Uma pesquisa da Veja, feita em parceria com a CNT/Sensus, revela que apenas 13% dos brasileiros votariam em um candidato ateu para o Palácio do Planato.

Pesquisa Veja

Você votaria num candidato negro para presidente da República: 84% disseram sim; 14% disseram depende da pessoa. Não 1%.

Você votaria numa mulher para presidente da República: 57% disseram sim; 29% disseram depende da pessoa; e 12% disseram não.

Você votaria num homossexual para presidente: 32% disseram sim; 32% disseram depende da pessoa; e 34% disseram não.

Você votaria num ateu para presidente: 13% disseram sim; 25% disseram depende da pessoa; e 59% disseram não.

* Fernanco Henrique Cardoso perdeu a eleição para prefeito em São Paulo em 1985 por ter se atrapalhado a responder uma pergunta sobre Deus – No dia seguinte, placas na cidade diziam “Cristão vota em Jânio”.

Infográfico

Caso UFRGS – Cotas Raciais

Mês de Janeiro em Porto Alegre. Maioria das famílias gauchas esperam ansiosamente o listão da UFRGS, pois sempre há um amigo ou família lutando por uma vaga na faculdade federal. Em um bairro de Porto Alegre, chega a noticia que Pedro havia passado em seu curso. Vizinhos de porta e concorrentes no vestibular, Paulo não tinha almejado seu objetivo. Na casa de Paulo, seu irmão mais novo indagava para o pai sobre esse estranho vestibular:

– Pai, porque o mano não passou e o Pedro que tinha notas mais baixas entrou? (pergunta a criança sem entender como funcionava o concurso).
– Filho, é difícil de te explicar isso. Mas é que o Pedro é um pouco diferente do seu irmão, logo ele tem privilégios. Como se tivesse uma deficiência física ou visual que tem preferência na fila do supermercado quando vou com você. Lembra? (O pai responde meio envergonhado e sem saber algo melhor a dizer)
– Mas pai, o que o Pedro tem de deficiência? Eu não noto nada de diferente nele! (responde a criança, pensando sobre que doença Pedro podia ter).
– Filho, eu não vejo nada de errado no Pedro, mas o Governo vê. (afirma o pai, preocupado com o futuro da conversa).
– O que o governo vê nele, pai? (a criança insiste em tentar descobrir qual era o mistério).
– Ele é negro, filho. (responde o velho pai que sempre havia educado os filhos com a frase “somos todos iguais”).

Essa conversa ocorrerá na casa de muitas famílias a partir dos próximos vestibulares, pois o fantoche reitor da UFRGS aprovou as cotas raciais. Me preocupo, pois vejo muito estudantes universitários nem ai para o problema, pois “eu já estou aprovado”. Não podemos ter uma classe universitária apolitizada como vem ocorrendo ultimamente, pois o futuro do país depende exatamente desses futuros trabalhadores.
O Governo tapa buracos com palha, e isso acarretará problemas muito maiores no futuro. Queremos universidade para todos, contudo devemos é começar as melhorias lá na creche e na escola.

Texto retirado do Orkut